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«A woman is an occasional pleasure but a cigar is always a smoke.»
«I find television very educating. Every time somebody turns on the set, I go into the other room and read a book.»
«Behind every successful man is a woman, behind her is his wife.»
«I never forget a face, but in your case I'll be glad to make an exception.»
Groucho Marx
quinta-feira, 24 de julho de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Avanço tecnológico ou atraso intelectual ?
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O novo iPhone da Apple foi posto à venda e em 3 horas vendeu 1.000.000 de unidades em todo o mundo.
Em alguns países foi necessária a intervenção policial para conter os desacatos provocados por compradores que se atropelavam na tentativa de passar uns à frente dos outros para comprar o "Gadget".
O avanço tecnológico conseguido nas últimas decadas parece ser directamente proporcional ao atraso intelectual patente em determinados comportamentos sociais.
Esta gente vota !
O novo iPhone da Apple foi posto à venda e em 3 horas vendeu 1.000.000 de unidades em todo o mundo.
Em alguns países foi necessária a intervenção policial para conter os desacatos provocados por compradores que se atropelavam na tentativa de passar uns à frente dos outros para comprar o "Gadget".
O avanço tecnológico conseguido nas últimas decadas parece ser directamente proporcional ao atraso intelectual patente em determinados comportamentos sociais.
Esta gente vota !
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quinta-feira, 10 de julho de 2008
Os meus anos
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Esta semana fiz anos.
Para muitos o aniversário é motivo de celebração, de festa, é um pretexto de reunião com os amigos. Para outros é um dia triste porque lhes lembra uma verdade incontornável: Estão mais velhos.
Confesso que fazer anos não me provoca grandes assomos de reflexão ou frenesi festivo. É um dia agradável porque lhe está associado o contacto de familiares e amigos que nos felicitam, alguns que, infelizmente, raramente vemos porque andamos demasiado ocupados com coisas menores e não damos importância ás coisas que realmente interessam e deveriam ser prioridade. Neste dia lembro-me também da minha infância e da alegria de fazer anos porque lhe estava associado a palavra mágica para qualquer criança: Prendas.
Hoje a importância das prendas deu lugar à importância das manifestações de afecto. No dia dos meus anos, a voz estridente e descompassada das minhas filhas a cantarem-me os parabéns ás oito da manhã , superou o momento mágico daquele dia em que recebi a pistola de fulminantes igual à do Bonanza.
Quanto ao resto, deixo que o tempo faça o seu percurso e o seu trabalho. Que esculpa o meu rosto e o meu corpo, que me traga mais alegrias que tristezas e me permita encarar o passar dos anos com naturalidade.
Na terça-feira voltei a ouvir aquela canção fantástica do António Variações:
Vou viver
Até quando eu não sei
Não me interessa o que serei
Quero é viver
Amanhã
Sei que há sempre um amanhã
E acredito que será
Mais um prazer
Para muitos o aniversário é motivo de celebração, de festa, é um pretexto de reunião com os amigos. Para outros é um dia triste porque lhes lembra uma verdade incontornável: Estão mais velhos.
Confesso que fazer anos não me provoca grandes assomos de reflexão ou frenesi festivo. É um dia agradável porque lhe está associado o contacto de familiares e amigos que nos felicitam, alguns que, infelizmente, raramente vemos porque andamos demasiado ocupados com coisas menores e não damos importância ás coisas que realmente interessam e deveriam ser prioridade. Neste dia lembro-me também da minha infância e da alegria de fazer anos porque lhe estava associado a palavra mágica para qualquer criança: Prendas.
Hoje a importância das prendas deu lugar à importância das manifestações de afecto. No dia dos meus anos, a voz estridente e descompassada das minhas filhas a cantarem-me os parabéns ás oito da manhã , superou o momento mágico daquele dia em que recebi a pistola de fulminantes igual à do Bonanza.
Quanto ao resto, deixo que o tempo faça o seu percurso e o seu trabalho. Que esculpa o meu rosto e o meu corpo, que me traga mais alegrias que tristezas e me permita encarar o passar dos anos com naturalidade.
Na terça-feira voltei a ouvir aquela canção fantástica do António Variações:
Vou viver
Até quando eu não sei
Não me interessa o que serei
Quero é viver
Amanhã
Sei que há sempre um amanhã
E acredito que será
Mais um prazer
quinta-feira, 3 de julho de 2008
"A morte saiu à rua num dia assim"
O refrão da música de José Afonso faz-me sempre pensar em tragédia, em sofrimento, em dor.
Foi dela que me lembrei ontem ao recordar a história trágica da notícia que se segue. Acho que todo o ser humano tem um lado obscuro e é capaz de coisas que não imagina mas há demónios que só se podem soltar quando já se apoderaram completamente da alma de alguém.
« Em fevereiro, Carlos Daniel, de dois anos, foi agredido pela mãe, de 21 anos, e o padrasto, de 26 anos. A criança deu entrada no hospital com traumatismos graves na cabeça e abdómen, lesões nos olhos e o braço esquerdo partido.
Hoje, Daniel é cego, surdo e tetraplégico.
O pai de daniel foi condenado a pena única de sete anos, pelos crimes de maus tratos e de ofensa à integridade física qualificada e agravada. A mãe do menino foi condenada a um ano e seis meses de prisão, com pena suspensa.
A juíza afirmou, no final da sessão, que no exercício da sua profissão nunca viu agressões deste género, muito menos sobre uma criança.»
Sic notícias Jul´08
Foi dela que me lembrei ontem ao recordar a história trágica da notícia que se segue. Acho que todo o ser humano tem um lado obscuro e é capaz de coisas que não imagina mas há demónios que só se podem soltar quando já se apoderaram completamente da alma de alguém.
« Em fevereiro, Carlos Daniel, de dois anos, foi agredido pela mãe, de 21 anos, e o padrasto, de 26 anos. A criança deu entrada no hospital com traumatismos graves na cabeça e abdómen, lesões nos olhos e o braço esquerdo partido.
Hoje, Daniel é cego, surdo e tetraplégico.
O pai de daniel foi condenado a pena única de sete anos, pelos crimes de maus tratos e de ofensa à integridade física qualificada e agravada. A mãe do menino foi condenada a um ano e seis meses de prisão, com pena suspensa.
A juíza afirmou, no final da sessão, que no exercício da sua profissão nunca viu agressões deste género, muito menos sobre uma criança.»
Sic notícias Jul´08
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