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Esta semana fiz anos.
Para muitos o aniversário é motivo de celebração, de festa, é um pretexto de reunião com os amigos. Para outros é um dia triste porque lhes lembra uma verdade incontornável: Estão mais velhos.
Confesso que fazer anos não me provoca grandes assomos de reflexão ou frenesi festivo. É um dia agradável porque lhe está associado o contacto de familiares e amigos que nos felicitam, alguns que, infelizmente, raramente vemos porque andamos demasiado ocupados com coisas menores e não damos importância ás coisas que realmente interessam e deveriam ser prioridade. Neste dia lembro-me também da minha infância e da alegria de fazer anos porque lhe estava associado a palavra mágica para qualquer criança: Prendas.
Hoje a importância das prendas deu lugar à importância das manifestações de afecto. No dia dos meus anos, a voz estridente e descompassada das minhas filhas a cantarem-me os parabéns ás oito da manhã , superou o momento mágico daquele dia em que recebi a pistola de fulminantes igual à do Bonanza.
Quanto ao resto, deixo que o tempo faça o seu percurso e o seu trabalho. Que esculpa o meu rosto e o meu corpo, que me traga mais alegrias que tristezas e me permita encarar o passar dos anos com naturalidade.
Na terça-feira voltei a ouvir aquela canção fantástica do António Variações:
Vou viver
Até quando eu não sei
Não me interessa o que serei
Quero é viver
Amanhã
Sei que há sempre um amanhã
E acredito que será
Mais um prazer
Para muitos o aniversário é motivo de celebração, de festa, é um pretexto de reunião com os amigos. Para outros é um dia triste porque lhes lembra uma verdade incontornável: Estão mais velhos.
Confesso que fazer anos não me provoca grandes assomos de reflexão ou frenesi festivo. É um dia agradável porque lhe está associado o contacto de familiares e amigos que nos felicitam, alguns que, infelizmente, raramente vemos porque andamos demasiado ocupados com coisas menores e não damos importância ás coisas que realmente interessam e deveriam ser prioridade. Neste dia lembro-me também da minha infância e da alegria de fazer anos porque lhe estava associado a palavra mágica para qualquer criança: Prendas.
Hoje a importância das prendas deu lugar à importância das manifestações de afecto. No dia dos meus anos, a voz estridente e descompassada das minhas filhas a cantarem-me os parabéns ás oito da manhã , superou o momento mágico daquele dia em que recebi a pistola de fulminantes igual à do Bonanza.
Quanto ao resto, deixo que o tempo faça o seu percurso e o seu trabalho. Que esculpa o meu rosto e o meu corpo, que me traga mais alegrias que tristezas e me permita encarar o passar dos anos com naturalidade.
Na terça-feira voltei a ouvir aquela canção fantástica do António Variações:
Vou viver
Até quando eu não sei
Não me interessa o que serei
Quero é viver
Amanhã
Sei que há sempre um amanhã
E acredito que será
Mais um prazer
